A professora Claudiane propôs que cada aluno escrevesse uma palavra: triste; grande para um objeto pequeno; doce; e uma fedorenta. Em um segundo momento, os alunos sentaram em círculo e apresentaram suas palavras.
Em seguida, ela dividiu os alunos em dois grupos e pediu que eles decidissem quais palavras simbolizavam melhor o que foi solicitado. Assim, cada grupo criou a sua história com as palavras escolhidas.
Receberam cartolinas e revistas para ilustrar as suas histórias.
Durante a semana, a professora Ionara sentou com cada grupo para analisar as formas gramaticais e ortográficas, corretas e incorretas.
Na aula seguinte,cada grupo leu suas histórias e criaram a dramatização apresentando-as para a turma do 5º ano da professora Monique.
Obs: Os alunos só tiveram 20 minutos para montarem as apresentações.
Parabéns Ionara , a função de uma escola hoje é a de criar leitores para ,independentes, inteirarem-se da cultura do mundo e do sentimento do homem diante dele.
Depois de uma grande tempestade, o menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou: vovô corre aqui! Me explica como essa figueira, árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homens para balançar seu tronco se quebrou, caiu com o vento e com a chuva... este bambu é tão fraco e continua de pé?Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento. O bambu nos ensina sete coisas. Se você tiver a grandeza e a humildade dele, vai experimentar o triunfo da paz em seu coração.
A 1ª verdade: que o bambu nos ensina, e a mais importante, é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.
A 2ª Verdade : o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.
A 3ª verdade : você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasça outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre grudados uns nos outros, tanto que de longe parecem com uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.
A 4ª verdade : o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.
A 5ª verdade: é que o bambu é cheio de “nós” ( e não de eu’s ). Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.
A 6ª verdade : é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.
A 7ª sétima lição que o bambu nos dá é exatamente o título do livro: Ele só cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto. Essa é a sua meta.
Fonte: Livro Buscando as Coisas do Alto
Autor: Padre Léo.
Independente de religião todos deveriam ler este livro.
O vídeo abaixo conta a história de Nina, uma menina que não gostava de ler, mas que, ao se deparar com o rico universo da leitura, descobre entusiasmada uma nova e fascinante realidade.
O trabalho da profª Claudiane este ano é fazer os alunos gostarem de ler. Semanalmente ela conta histórias de uma forma dinâmica, ofereçe livros para lerem em casa e mesmo na escola, pergunta o que entenderam da leitura (ou seja, demonstra interesse), pede que faça desenhos relacionados com os textos lidos e etc...
Já se viu que o professor faz muito mais do que as condições de trabalho permitem;já se viu que comparece no tecido social compondo o futuro de milhares e milhares de jovens que antes dele sequer poderiam sonhar.
Mas existe um outro professor habitando nossa lembrança:Um homem, uma mulher cansado abatido, sem mais vontade de ensinar, um professor que desistiu. O que nos interessa aqui são estes professores que desistiram; entraram em Burnout.
A Síndrome de Burnout, ou síndrome do esgotamento profissional, é um distúrbio psíquico descrito em 1974 por Freudenberger, um médico americano. O transtorno está registrado no Grupo V da CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde).
Sua principal característica é o estado de tensão emocional e estresse crônicos provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. A síndrome se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso.
Profissionais das áreas de educação, saúde, assistência social, recursos humanos, agentes penitenciários, bombeiros, policiais e mulheres que enfrentam dupla jornada correm risco maior de desenvolver o transtorno.
Sintomas
O sintoma típico da síndrome de burnout é a sensação de esgotamento físico e emocional que se reflete em atitudes negativas, como ausências no trabalho, agressividade, isolamento, mudanças bruscas de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, lapsos de memória, ansiedade, depressão, pessimismo, baixa autoestima.
Dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais são manifestações físicas que podem estar associadas à síndrome.
Diagnóstico
O diagnóstico leva em conta o levantamento da história do paciente e seu envolvimento e realização pessoal no trabalho.
Respostas psicométricas a questionário baseado na Escala Likert também ajudam a estabelecer o diagnóstico.
Tratamento
O tratamento inclui o uso de antidepressivos e psicoterapia. Atividade física regular e exercícios de relaxamento também ajudam a controlar os sintomas.
Recomendações
Avalie quanto as condições de trabalho estão interferindo em sua qualidade de vida e prejudicando sua saúde física e mental. Avalie também a possibilidade de propor nova dinâmica para as atividades diárias e objetivos profissionais.
A profª Claudiane desenvolveu a atividade acima com os alunos do 2º ano da profª Edvanda.
O livro utizado para contação da história foi "Enquanto o sono não vem"- José Mauro Brant, Pág 40.
Desenhar e colorir são formas de expressão pessoal por excelência das crianças, que nem sempre conseguem exprimir-se adequadamente através da fala ou da escrita.
O simples ato de colorir pode ser terapêutico para muitas crianças e é uma atividade utilizada em muitos hospitais, centros de aprendizagem e instituições para possibilitar o “descarregar” de emoções, sentimentos e frustrações. Uma criança zangada pode perfeitamente pintar o seu desenho de uma árvore toda preta, a tal ponto que a própria figura deixe de ser visível. De outra perspectiva, uma criança organizada, que gosta das coisas à sua maneira, pode colorir o seu desenho meticulosamente, sem ultrapassar qualquer linha do mesmo. Independentemente da forma como vai colorir ou desenhar, esta é uma excelente forma de acalmar as crianças.
O que são as festas de Hallowen? O Hallowen acontece nas noites dos dias 31 de outubro quando são geralmente celebradas as festas à fantasia, fogueiras e com crianças vestidas de monstros, fantasmas, bruxas, etc., as quais saem de casa em casa pedindo doces (brincadeira de "trick or treat", "travessuras ou doces").
Simbolismos e suas origens
Definição: "Hallowed" é uma palavra do Inglês antigo que significa "santo", e "e’en" também de origem inglesa significa "noite", então o significado é "Noite Santa" ou "All Hallows Eve", "Noite de Todos os Santos".
O dia 31 de outubro
O dia 31 de outubro não é uma escolha por acaso. No calendário celta, este é um dos quatro principais dias de descanso das bruxas, os quatro dias de "meio trimestre". O primeiro, 2 de fevereiro, conhecido como Dia da Marmota, honrava a Brigite, a deusa pagã da cura. O segundo, um feriado de maio chamado Beltane, era, entre os bruxos, o tempo de plantar. Neste dia os druidas executavam ritos mágicos para incentivar o crescimento das plantações. O terceiro, uma festa de colheita em agosto, era comemorado em honra ao deus sol, a divindade brilhante, Lugh. Esses três primeiros dias marcavam a passagem das estações, o tempo de plantar e o tempo de ceifar, bem como o tempo da morte e ressurreição da terra. O último, Samhain, marcava a entrada do inverno. Nesse tempo, os druidas executavam rituais em que um caldeirão simbolizava a abundância da deusa. Dizia-se que era tempo de "estado intermediário", uma temporada sagrada de superstição e de conjurações de espíritos.
Para os druidas, 31 de outubro era a noite em que Samhain voltava com os espíritos dos mortos. Eles precisavam ser apaziguados ou agradados; caso contrário, os vivos seriam ludibriados. Acendiam-se enormes fogueiras nos topos das colinas para afugentar os espíritos maus e aplacar os poderes sobrenaturais que controlavam os processos da natureza. Alguns imigrantes europeus, de um modo especial os irlandeses, introduziram o Hallowen nos Estados Unidos.
FADAS E BRUXAS
Metade de mim é fada, a outra metade é bruxa.
Uma
escreve com sol, a outra escreve com a lua.
Uma anda pelas ruas
cantarolando baixinho, a outra caminha de noite dando de comer à sua
sombra.
Uma é séria, a outra sorri; uma voa, a outra é pesada.
Uma sonha
dormindo, a outra sonha acordada.
(Extraido do livro " Amor e vida em familia" de Geziel Andrade.)
1- Amarás teu filho com todas as forças de teu coração, mas usando sabiamente a cabeça.
2- Não pensarás em teu filho como algo que te pertença, mas como uma pessoa.
3- Considerarás o respeito e o amor de teu filho, não como algo a ser exigido, mas como algo a ser conquistado.
4- Sempre que perderes a paciência com as imaturidades e os disparates de teu filho, pensa nas tolices e nos erros que praticastes na idade dele.
5- Lembra-te de que é um previlégio de teu filho fazer de ti um herói e considerar as tuas ideias corretas.
6- Lembra-te de que teu exemplo é mais eloquente do que as recriminações e as tuas leis de moral.
7- Lutarás para ser para teu filho um letreiro valioso na estrada da vida e não uma vala na qual ele se imobilizará.
8- Ensinarás a teu filho a manter-se por si mesmo e a travar as suas próprias batalhas.
9- Ensinarás a teu filho a ver a beleza em tudo, a praticar a bondade, a amar a verdade e a viver em clima de amizade.
10- Farás do lugar que habitas um verdadeiro lar e um céu de felicidade para ti próprio, para teus filhos, para teu cônjugue, para teus amigos e para os amigos de teus filhos.